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INE inicia fase 2 do Recenseamento Geral da Agricultura 2025 em São Tomé e Príncipe


A vice-coordenadora do Licenciamento Geral da Agricultura 2025, Ana Justina Almeida, explicou que esta nova etapa do processo visa aprofundar a recolha de informações junto dos produtores agrícolas e criadores de animais em todo o território nacional.


Segundo a responsável, a primeira fase permitiu identificar quem realmente exerce actividades ligadas à agricultura. Agora, a segunda fase será dedicada a um inquérito complementar para obter dados mais detalhados sobre a produção nacional.


 ANA JUSTINA ALMEIDA | Vice-coordenadora do Licenciamento Geral da Agricultura 2025**

“Agora, na fase 2, vamos fazer um inquérito, denominamos de inquérito complementar. Depois de recolhermos os dados e analisarmos, vimos a percentagem de pessoas que praticam agricultura. Agora é a vez de selecionarmos essas pessoas e ir ao local para ver realmente qual é a produção do país.”


A técnica do Instituto Nacional de Estatística afirmou ainda que o objectivo é conhecer dados fiáveis sobre a agricultura, pecuária e floresta, permitindo às autoridades compreender melhor as necessidades do sector.


Durante esta fase, agentes inquiridores, controladores e supervisores estão a receber formação especializada antes do início das operações no terreno.



“Estamos aqui nesta formação para formar os inquiridores, os controladores e supervisores, para que eles possam orientar e ir junto às famílias recolher os dados da agricultura, da pecuária e da floresta.”


Ana Justina Almeida apelou também à colaboração da população, garantindo que todas as informações recolhidas serão tratadas de forma confidencial pelo Instituto Nacional de Estatística.


 ANA JUSTINA ALMEIDA**

“Apelamos aos agricultores, aos criadores e a toda pessoa de boa vontade para abrirem as portas aos nossos agentes inquiridores. Os dados são confidenciais e só o INE tem a obrigação de tratar esses dados.”


O licenciamento está a ser realizado pelo Instituto Nacional de Estatística em colaboração com o Ministério da Agricultura, com financiamento da União Europeia e cofinanciamento da FAPA.


A formação dos agentes decorre entre os dias 14 e 22 deste mês. Já os trabalhos de campo deverão arrancar a partir dos dias 25 ou 26, com duração prevista de 20 dias.