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São Tomé e Príncipe está de luto pela morte de uma das maiores referências do jornalismo e da literatura nacional. Conceição Lima deixa um legado marcado pela defesa da comunicação social, da cultura e da identidade santomense. O Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social reagiu com profunda tristeza à notícia do falecimento.


A notícia da morte de Conceição Lima abalou o meio jornalístico nacional. Reconhecida como uma das figuras mais influentes da comunicação social e da literatura santomense, a jornalista deixa um percurso marcado pela luta em defesa de um jornalismo mais forte e valorizado.


 FERNANDA


“O Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, ao tomar conhecimento do falecimento da jornalista e escritora Conceição Lima, deixou-nos muito tristes, porque trata-se de uma figura bastante importante na história dos jornalistas de São Tomé e Príncipe.”



O sindicato considera que, com a partida da escritora, o jornalismo santomense fica mais pobre. A organização recorda o empenho de Conceição Lima no crescimento da comunicação social nacional e lamenta que muitos dos desafios enfrentados pela classe continuem por resolver.


 FERNANDA


“O jornalismo santomense, a partir de hoje, fica mais pobre, porque não se trata de uma figura qualquer. Trata-se de uma pessoa que durante a sua vida toda deu vida para o crescimento do jornalismo de São Tomé e Príncipe.”



Durante a declaração, o sindicato destacou ainda as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da comunicação social no país, falando de uma classe fragilizada e pressionada ao longo dos anos.


 FERNANDA

“A classe jornalística santomense é toda ela manipulada, é toda ela vivida sob opressão das autoridades nacionais, não só deste governo, mas também de outros.”



A organização afirma que a morte de Conceição Lima deve servir também como momento de reflexão sobre o futuro do jornalismo em São Tomé e Príncipe e sobre a necessidade de maior valorização da profissão.


 FERNANDA


“Conceição Lima lutou muito para que o jornalismo de São Tomé e Príncipe crescesse e ela parte numa altura em que ela não vê esse sonho concretizado.”


Além da homenagem ao percurso profissional da jornalista e escritora, o Sindicato dos Jornalistas deixou uma mensagem de solidariedade à família enlutada, considerando a perda como irreparável para o país, para a cultura e para a comunicação social santomense.