A curta-metragem “Ximidô” estreou no Instituto Guimarães Rosa com o objetivo de incentivar o diálogo sobre saúde mental entre adolescentes e jovens o bem-estar psicológico dos jovens deve ser incorporado em políticas públicas, escolas e comunidades.

A representante adjunta do UNICEF, Débora Nandja, ressaltou que envolver os próprios adolescentes em iniciativas como a curta-metragem “Ximidô” ajuda-os a se identificar com as histórias e perceber que não estão sozinhos diante de desafios emocionais.
“Time do fala a nossa língua retrata o nosso bairro a nossa família e as nossas escolas Mostra o rosto e as histórias e realidades que se parecem com as dos nossos adolescentes e jovens enquanto um adolescente ou jovem se reconhece na tela ele entende que não está sozinho” Debora Nanja

“A principal mensagem é a necessidade de termos empatia de nós nos preocuparmos um com os outros a mensagem do apoio entre os pares em que os jovens e adolescentes possam apoiar uns aos outros a mensagem que o papel da família nesta situação no momento em que os jovens passam por uma situação de depressão e ansiedade ou qualquer outro problema de saúde mental pensamos que há uma necessidade da busca de serviço busca de tratamento busca de acompanhamento e que aonde o jovem for eles possam ser acolhidos principalmente no centro da Saúde na comunidade e na família e na escola” Neusa Carvalho / Administradora do Programa Empoderamento dos Adolescentes e Jovens da UNICEF
A saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também uma prioridade para o desenvolvimento nacional a realizadora Katya Aragão afirmou que o filme nasceu de um desafio lançado pelo UNICEF para contar uma história sobre saúde mental utilizando a linguagem da ficção.
“Emigração também por causa da perda muitas crianças adolescentes estão a ficar sem os seus pais mas é importante ressaltar que é todo tipo de perdas desde namoro que acaba o adolescente vive isso de modo muito mais intenso portanto isto também é uma perda quando perdemos quando perdemos um amigo uma amiga um namorado a morte lidar com esses desafios fazem parte da nossa humanidade o objetivo é mesmo esse é dizer e passar a mensagem para todas as Lídeas e Lídeos que estão lá em casa que podem pedir ajuda e devem pedir ajuda e que pedir ajuda não é um sinônimo de fraqueza e que falar com um terapeuta não significa que está doido” Katya Aragão / Realizadora
“Esta curta-metragem foi uma grande novidade uma grande notícia e foi algo positivo pela primeira vez temos oportunidade de ver no nosso país Um grande passo em direção a melhoria da saúde mental no nosso país de forma geral achei que é uma mais-valia para o nosso país” Jovem Participante da atividade
O Impacto é
positivo para mim foi algo satisfatório uma vez que aborda temas que fazem
parte da nossa sociedade e foi e está sendo o complemento de uma experiência
que eu já sempre pretendia fazer,
Quando a criança se sente à vontade dentro do seu lar ela não trará problemas para a sociedade que cada mãe cada filho e cada encarregado de educação tenha mais atenção aos comportamentos da criança e não veem o problema mental como algo de outro mundo porque quando se nota algum comportamento que é fora do comum da criança ou dos jovens interessantes que têm atenção e não se dão receio de recorrer a um profissional caso não consiga ajuda dentro do próprio lar Nelma Nelo / Atriz (Lídia curta-metragem Ximidô)
O evento destacou a importância de apoio psicológico e espaços de escuta para jovens que enfrentam ansiedade, depressão e pressões sociais.

A curta-metragem “Ximidô” será exibida gratuitamente em escolas e espaços públicos, com debates sobre saúde mental, como parte das atividades do Março – Mês da Mulher, para conscientizar e combater o estigma entre os jovens.