Marcha da Liberdade: Memória histórica, tensão institucional e atenção à região definem o momento político em STP
No dia 3 de fevereiro, São Tomé e Príncipe celebrou a Marcha da Liberdade em homenagem aos Mártires da Liberdade e aos sobreviventes do massacre de Batepá. O Primeiro-Ministro Américo Ramos destacou a importância da memória histórica, da união nacional e do apoio aos sobreviventes. O dia também foi marcado por tensão política: tumultos numa sessão plenária resultaram na suspensão da Presidente da Assembleia, revogação de uma lei interpretativa e exoneração de juízes do Tribunal Constitucional. O Governo condenou a violência e reforçou o respeito pelas instituições. No plano regional, São Tomé e Príncipe acompanha com atenção a crise na Guiné-Bissau, buscando estabilidade. A data coincide com o início oficial do ciclo eleitoral de 2026, num ano decisivo para a democracia do país.