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Fonte junto à direção da TVS garante que entrevista de Nito Abreu foi apenas adiada por questões energéticas

Uma fonte ligada à direção da Televisão São-tomense (TVS) esclareceu que a entrevista do candidato presidencial Nito Viegas d’Abreu não foi suspensa, mas sim adiada devido a uma questão energética que ultrapassa a instituição. Segundo a mesma fonte, a entrevista está prevista para esta segunda-feira, no espaço especial dedicado aos candidatos presidenciais. O esclarecimento surge após a candidatura de Nito Abreu, apoiada pela ADI, ter manifestado preocupação e pedido explicações sobre a alteração da programação. A fonte garantiu que não houve cancelamento da participação do candidato, assegurando que todos os concorrentes terão igualdade de oportunidades para apresentar as suas propostas aos eleitores.

Presidenciais 2026: “Disseram-nos que já não havia mais entrevistas na TVS e que o nosso candidato não iria comparecer, apenas haveria o debate na próxima semana” — Alexandre Guadalupe, mandatário da candidatura

A candidatura presidencial de Nito Viegas d’Abreu, apoiada pelo ADI, denunciou alegadas falhas no processo eleitoral e exigiu maior transparência às instituições responsáveis. Em conferência de imprensa, o mandatário Alexandre Guadalupe criticou o suspensão de uma entrevista prevista na TVS, alegando que a decisão prejudica a igualdade de tratamento entre os candidatos. Segundo informações apuradas pela Gleba TV junto a algumas fontes da direção da televisão pública, "a entrevista do candidato não foi suspensa, mas sim adiada para uma outra data" A mesma fonte acrescentou ainda que o candidato Nito Abreu estará esta segunda feira no espaço especial de entrevistas às eleições presidenciais do canal público. A polémica envolvendo a Rádio Jubilar também foi abordada, tendo a candidatura anunciado a intenção de apresentar uma queixa formal sobre os episódios considerados preocupantes durante a campanha. A candidatura de Nito Viegas d’Abreu aguarda respostas das instituições e apela a eleições marcadas pela paz, confiança e respeito pela democracia em São Tomé e Príncipe.

Carlos Vila Nova reforça discurso de união e pede confiança dos eleitores em visita às comunidades

O candidato à Presidência da República de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, esteve em contacto com moradores de várias comunidades durante uma ação política. O candidato destacou mensagens de paz, estabilidade e união nacional, defendendo que o país deve avançar com a participação de todos. Durante a visita, moradores apresentaram preocupações relacionadas com água, estradas e infraestruturas, enquanto apoiantes manifestaram confiança na candidatura de Carlos Vila Nova para um novo mandato de mais cinco anos na mais alta magistratura da nação.

Comissão Eleitoral prepara formação de 1.750 membros de mesas e delegados para eleições

A Comissão Eleitoral vai formar cerca de 75 formadores para capacitar membros de mesas e delegados que participarão do processo eleitoral de 19 de julho. O presidente da instituição destaca a importância da preparação técnica dos agentes eleitorais para garantir o correto preenchimento das atas, apresentação de reclamações e transparência no apuramento dos resultados. A Comissão também anunciou que está a receber denúncias sobre possíveis violações da lei eleitoral e promete encaminhar os casos às entidades competentes.

Miques João Bonfim defende melhorias nas instituições e propõe o regresso do mercado ao centro da capital

O candidato presidencial Miques João Bonfim visitou instituições públicas em São Tomé para conhecer as dificuldades dos serviços do Estado. O candidato destacou problemas de infraestruturas e condições de trabalho, defendendo mais investimentos e melhorias caso seja eleito. Entre as propostas apresentadas, destacou o regresso do mercado ao centro da cidade e apelou a uma campanha eleitoral pacífica, baseada no respeito e na decisão soberana dos eleitores.

Mique João promete reforma política profunda para São Tomé e Príncipe

O candidato presidencial Mique João afirma que a sua candidatura representa uma mudança em relação ao sistema político dos últimos 50 anos. Em entrevista, defendeu maior rigor no funcionamento do Estado, apresentou propostas económicas e justificou a decisão de não realizar grandes comícios durante a campanha eleitoral.