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Clima e transparência: São Tomé e Príncipe prepara primeiro relatório exigido pelo Acordo de Paris

São Tomé e Príncipe deu, está segunda-feira um passo decisivo no cumprimento dos compromissos internacionais assumidos no âmbito do Acordo de Paris, com o início da formação e assistência técnica para a elaboração do primeiro Relatório Bienal de Transparência Climática.


A iniciativa reúne técnicos nacionais, representantes da Região Autónoma do Príncipe e parceiros internacionais.


“Este é um marco importante no percurso do nosso país no cumprimento dos compromissos assumidos no Acordo de Paris e na agenda climática global.”

NILDA DA MATA  /Ministra do Ambiente, Juventude e Turismo Sustentável



Durante a abertura da formação, a Ministra do Ambiente destacou a responsabilidade acrescida de São Tomé e Príncipe enquanto Reserva Mundial da Biosfera, sublinhando a importância da transparência na comunicação das ações climáticas, desafios e progressos do país.


“Trata-se de um passo estratégico para reforçar a credibilidade das nossas políticas climáticas, melhorar a qualidade dos dados e apoiar uma tomada de decisão mais informada e eficaz.”NILDA DA MATA  /Ministra do Ambiente, Juventude e Turismo Sustentável

A formação conta com o apoio técnico do Núcleo Lusófono para a Transparência Climática, que acompanha o país na preparação do relatório a submeter às Nações Unidas.


“São Tomé e Príncipe vai agora embarcar no desafio de elaborar o seu primeiro relatório bienal de transparência, reunindo toda a informação sobre emissões, vulnerabilidades, medidas de adaptação e necessidades de apoio.” Gonçalo Cavalheiro /Coordenador do Núcleo Lusófono para a Transparência Climática


Segundo os responsáveis, o relatório permitirá avaliar o que já foi feito no domínio das mudanças climáticas, identificar prioridades futuras e facilitar o acesso a apoio financeiro, tecnológico e de capacitação.


“Embora exista flexibilidade para países pequenos, São Tomé e Príncipe está a preparar-se para entregar o seu relatório e integrar plenamente este exercício de transparência internacional.” Gonçalo Cavalheiro /Coordenador do Núcleo Lusófono para a Transparência Climática




Com esta formação, São Tomé e Príncipe reforça o seu compromisso com a transparência climática, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento resiliente, consolidando o seu papel na luta global contra as mudanças climáticas.

 

Por: Varela Tavares

Imagem: TVS

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