A cerimónia reuniu dirigentes institucionais, técnicos eleitorais e representantes partidários para formalizar a entrada de dois novos elementos na Comissão Eleitoral Nacional.
“São dois elementos que compõem o espectro político nacional… o maior partido enquanto assento parlamentar, o ADI, e também o MCI-PS/PUM.” Abnildo do Nascimento d' Oliveira / Presidente da Assembleia Nacional STP

Com esta
integração, as autoridades consideram que a comissão passa a cumprir
integralmente a composição prevista, reforçando a capacidade institucional para
enfrentar os desafios eleitorais que se aproximam.
“Não vai ser pera fácil, não vai ser pera doce, tendo em conta o momento… mas pela vossa experiência política vai ser desafiante. Embora representando os respetivos partidos, entendam que estão também no serviço do país e da nação. Tudo o que a Comissão Eleitoral puder fazer de bom é para que, depois das eleições, quer presidenciais, quer legislativas, a parte regional, corra um processo de cordialidade.”

Com a Comissão Eleitoral Nacional agora plenamente constituída, reforça-se a responsabilidade de garantir eleições transparentes, justas e credíveis.

O objetivo é assegurar que a vontade dos eleitores seja respeitada e fortalecer a confiança no processo democrático em São Tomé e Príncipe.
Por: Varela Tavares
Imagem: TVS
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