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MDFM apoia recandidatura de Carlos Vila Nova às presidenciais de 2026


O MDFM rompeu o silêncio político e anunciou uma decisão que poderá influenciar o cenário eleitoral de 2026 em São Tomé e Príncipe.


Num pronunciamento dirigido ao povo santomense, o partido declarou apoio ao atual Presidente da República, Carlos Vila Nova, defendendo que o país precisa neste momento de estabilidade institucional e continuidade política.


 DIRIGENTE MDFM


“Hoje São Tomé e Príncipe vive um momento particular da sua história. O país enfrenta desafios económicos, sociais e institucionais que exigem estabilidade, diálogo, previsibilidade e sentido de Estado.”




Durante a comunicação, o MDFM recordou o seu histórico de defesa da alternância democrática, mas afirmou que governar com responsabilidade exige capacidade de adaptação às necessidades do país.


O partido considera que, em determinados momentos, o interesse nacional deve prevalecer sobre os interesses partidários.


 DIRIGENTE MDFM


“Há momentos em que a alternância é necessária para salvar a democracia e há momentos em que a estabilidade é necessária para proteger a própria democracia.”




Segundo o MDFM, a decisão surgiu após consultas internas, diálogo com militantes e análise da atual conjuntura nacional.


O partido garante, no entanto, que o apoio ao Chefe de Estado não representa um “cheque em branco”, assegurando que continuará independente e vigilante na defesa dos interesses do povo santomense.


 DIRIGENTE MDFM


“O apoio do MDFM ao atual Presidente da República não é um cheque em branco. É um apoio baseado na responsabilidade nacional, na defesa da estabilidade institucional e na necessidade de criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento do país.”




No mesmo pronunciamento, o MDFM anunciou que pretende concentrar esforços políticos nas eleições legislativas, prometendo apresentar um projeto renovador centrado na juventude, inovação política e modernização do Estado.


– DIRIGENTE MDFM


“Queremos continuar a apostar na juventude, na competência, na inovação política e na construção de uma nova geração de liderança nacional.”




A posição agora assumida pelo MDFM poderá alterar os equilíbrios políticos rumo às presidenciais de 2026, num momento em que os partidos começam a definir estratégias e alianças para os próximos desafios eleitorais em São Tomé e Príncipe.