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O ateliê “Chicua Máximo”, em Mé-Zóchi, está a inovar o mercado do café em São Tomé e Príncipe, com uma mistura de café e cacau mais suave e sustentável

O café com cacau responde à demanda de consumidores sensíveis à acidez do café tradicional. A produção, limitada no momento, deve aumentar a partir de março, atendendo melhor o mercado nacional e abrindo portas para exportação.

O Governo e parceiros internacionais destacaram o papel do terminal de cargas na expansão de empreendedores locais.

 

GARETH GUADALUPE  / Ministro de Estado da Economia e Finanças

“É um jovem empreendedor que decidiu trazer uma inovação para o mercado de consumo de café decidiu introduzir o cacau e fazer essa mistura algo muito interessante. É por isso que nós recentemente inauguramos um novo terminal de carga. Que eles cresçam e possam aceder ao mercado internacional.”



“Uma pequena subvenção em 2024 transformou-se numa produção local, gerando rendimento familiar e inspirando outros produtores.” LucGnonlonfoun / Representante do PNUD



“Com o financiamento que conseguimos podermos construir este secador semi-industrial de agora nos permite secar o café com melhor qualidade e garantir melhor produto para o consumidor final. O café com o cacau é um produto que resultou de uma inovação, essa ajuda é um balão de oxigênio que venho nos dar um enorme passo no mundo da transformação de nosso produto”

José Pires / Empreendedor Chicua Máximo





Com novos equipamentos, a capacidade produtiva passou de mil para dez mil quilogramas por ano. O produto 
Chicua Máximo já se destaca no mercado nacional e mira o mercado internacional. Uma iniciativa que une inovação, valorização de produtos nacionais e apoio institucional, fortalecendo o empreendedorismo e a economia de São Tomé e Príncipe.

 POR: Ednel Abreu

IMAGEM: TVS

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