×

A comercialização do pescado em São Tomé e Príncipe está a ser fortalecida com a adoção de boas práticas de conservação e organização dos grupos de mulheres, melhorando a qualidade do peixe no mercado e promovendo a autonomia económica das beneficiárias.




O projeto garante maior organização na cadeia de valor e melhor segurança alimentar. 


"Nós estamos a promover uma forma de tratar o piscados que provém do Abade lá a um grupo de senhoras que nós treinamos e esta iniciativa vem para demonstrar para exibir esta boa prática e a qualidade do Peixe"  Técnico da MARAPA


A comercialização do peixe do Príncipe passou a ser feita de forma diferenciada, permitindo maior controlo e rastreabilidade. Assim, caso haja alguma reclamação do consumidor, é possível identificar o lote e o grupo responsável pelo tratamento do produto. 


 "Ter apoio aqui em São Tomé criamos uma antena em São Tomé que recebe o peixe do Príncipe nesta perspectiva o grupo já está formado e já fizeram vários intercâmbios com os fornecedores do príncipe nós estamos a publicitar para saberem a qualidade do peixe que vem da Ilha do Príncipe" Arminda / MARAPA





Atualmente, cerca de dez grupos de autoajuda, compostos por aproximadamente 14 membros cada, estão envolvidos na iniciativa em diferentes localidades como Neves, Porto Alegre, Abade e outras zonas do país.

 

 "Fui beneficiada de uma formação do comprão então eu tive um apoio deram-me peixe para trabalhar vi que o negócio é rentável e é bom e o nosso peixe é mesmo de qualidade " Beneficiaria 


A Associação Sabiá foi criada para garantir sustentabilidade e autonomia financeira às mulheres na comercialização do pescado, servindo como modelo de boas práticas que pode ser replicado noutras comunidades, promovendo desenvolvimento económico e qualidade do produto.

 

Por: Varela Tavares

Imagem: TVS

GLEBA TV 2026