“Tudo o que somos começou em Batepá”: Presidente Presidente Carlos Vila Nova liga memória histórica aos desafios da democracia e pede maturidade democrática
No dia em que São Tomé e Príncipe assinala mais um aniversário do Massacre (73 anos) de Batepá, o Presidente da República, Carlos Vila Nova, destacou a importância histórica dos acontecimentos de 1953 na formação da consciência nacional. À margem das cerimónias, o Chefe de Estado comentou ainda a situação política interna, e a crise na Guiné-Bissau e tambem sobre a indicação do ex-primeiro-ministro são-tomense Patrício Trovoada como mediador da União Africana, Carlos Vila Nova esclareceu que São Tomé e Príncipe não foi consultado oficialmente e apelou a um processo inclusivo que permita o restabelecimento da normalidade democrática no país vizinho.
Partidos extraparlamentares concordam com calendário eleitoral apresentado pelo Chefe de Estado Carlos Vila Nova
O Presidente da República reuniu-se com partidos sem assento parlamentar MDFM representado pelo Moises Viegas, PCD representado pelo João Bonfim, CID-STP representado pelo Nelson Carvalho e o Vice-Presidente do UDD para apresentar o calendário eleitoral de 2026. Os partidos ouvidos manifestaram concordância geral com as datas propostas, defendendo o respeito pela legalidade e destacando a importância de garantir um processo eleitoral bem preparado. O calendário foi fixado pelo Decreto Presidencial n.º 02/2026, que marca a eleição presidencial para 19 de julho de 2026 e as eleições legislativas, regionais e autárquicas para 27 de setembro de 2026.
O Presidente da República reuniu-se com os partidos políticos com assento parlamentar para definir datas das eleições e a moção de censura do ADI mantém o clima de debate político
O Presidente da República, Carlos Vila Nova, reuniu-se com partidos políticos com assento parlamentar para discutir o calendário das eleições de 2026, num contexto marcado pelo debate em torno da moção de censura apresentada pelo ADI. O ADI defendeu a realização das eleições presidenciais em julho e das legislativas em setembro, reconhecendo que a moção de censura, embora legal, pode influenciar o calendário político, sobretudo no caso das legislativas. Outros partidos, como o MLSTP, MCI-PS/PUM, Movimento Basta e UMPP, manifestaram concordância geral com as datas propostas, mas sublinharam a necessidade de estabilidade, ponderação e respeito pela legalidade. Enquanto alguns partidos ainda irão analisar internamente a sua posição sobre a moção de censura, houve consenso quanto à importância de evitar crises políticas que prejudiquem o país num ano eleitoral. O calendário eleitoral foi oficialmente fixado pelo Decreto Presidencial n.º 02/2026, de 23 de janeiro de 2026, que marca a eleição presidencial para 19 de julho de 2026 e as eleições legislativas, regionais e autárquicas para 27 de setembro de 2026.
Eleições presidenciais serão a 19 de julho e legislativas a 27 de setembro de 2026
O Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, fixou as datas das eleições gerais de 2026. Segundo decreto presidencial assinado a 23 de janeiro, as eleições presidenciais terão lugar a 19 de julho, enquanto as eleições legislativas, regionais e autárquicas estão marcadas para 27 de setembro de 2026. O decreto, baseado na Constituição e na legislação eleitoral, entra imediatamente em vigor e define oficialmente o calendário eleitoral, dando início ao ciclo político de 2026 no país.
Igreja Evangélica inicia 2026 com apelo à intercessão pela nação são-tomense
A Igreja Evangélica realizou hoje o primeiro culto do ano de 2026, sob o lema da intercessão e da busca a Deus pela nação. Líderes religiosos destacaram a necessidade de paz, sabedoria para os governantes e transformação espiritual do país. A igreja reafirma, assim, o seu papel como espaço de fé, esperança e apoio espiritual, convidando toda a comunidade a participar ao longo do ano nas atividades de oração e busca contínua ao Senhor
Governo de São Tomé e Príncipe apresenta Orçamento realista de 233 milhões de euros para 2026 e elege o sector da educação a maior fatia
O Governo de São Tomé e Príncipe apresentou o Orçamento Geral do Estado para 2026, fixado em 233 milhões de euros, inferior ao de 2025. O Ministro de Estado da Economia e Finanças destacou que o orçamento é realista, ajustado à capacidade de execução do Estado e à nova classificação do país como de renda média. Entre os cortes, os investimentos públicos passam de 100 milhões de euros em 2025 para 56 milhões em 2026, priorizando projetos realizáveis. Educação, saúde e infraestruturas mantêm-se como prioridades, com obras estratégicas já financiadas, incluindo o novo hospital do Ferreira Governo e outras obras estruturantes para o país. O governo também garantirá o financiamento próprio das eleições de 2026 e reafirma compromisso com a estabilidade e continuidade dos projetos estruturantes.