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EUA exigem caução de até 15 mil USD para visto de turismo e negócios para vários países incluindo São Tomé e Príncipe

O governo dos Estados Unidos implementou um programa piloto de exigência de caução financeira para vistos B1/B2 (turismo e negócios), que pode chegar a até 15 mil dólares a partir de agosto de 2025 e foi ampliado em 2026 para incluir diversos países, incluindo São Tomé e Príncipe. A caução é reembolsável caso o viajante cumpra todas as condições de saída ou tenha o visto negado, e a quantia exata é definida no momento da entrevista consular. Esta medida visa reduzir a permanência irregular de visitantes no país e faz parte de uma estratégia mais ampla do Departamento de Estado dos EUA em controlar imigração e estadias fora do prazo autorizado.

Ministra da Educação explica atrasos nos vistos e anuncia revisão dos processos para proteção dos estudantes são-tomenses no estrangeiro

A Ministra da Educação, Isabel Viegas de Abreu, esclareceu que os atrasos nos vistos para estudantes santomenses resultam da complexidade do processo, que envolve várias instituições nacionais e portuguesas. A ministra afirmou ter consultado a Embaixada de Portugal após receber diversas reclamações dos alunos. Relatórios recentes revelam que várias escolas profissionais portuguesas não possuem condições adequadas para receber estudantes, levando o Governo a rever protocolos. A Embaixada de Portugal confirmou que recebeu cerca de 1.400 pedidos de visto e anunciou trabalho extraordinário aos sábados para concluir os 400 processos pendentes em três semanas. A falta de documentos completos e termos de responsabilidade irregulares têm dificultado o processo. O Ministério da Educação lamenta os transtornos, reafirmando que não interfere na emissão de vistos, mas continuará a acompanhar os casos para garantir a segurança dos estudantes no exterior.