A comissão de greve dos docentes e não docentes da universidade apresentou um conjunto de cinco reivindicações, com destaque para o reajuste salarial, o estatuto remuneratório e o estatuto da carreira não docente. Segundo os representantes, estes pontos nunca foram devidamente discutidos nem aprovados, apesar de a instituição existir há mais de uma década.

A preocupação levou à entrega de um pré-aviso de greve, o que motivou um encontro com a ministra da tutela. A comissão diz notar abertura ao diálogo, mas reforça que há documentos estruturantes que precisam, com urgência, de aprovação.

A greve, caso avance, será transversal, envolvendo docentes do quadro, professores contratados e funcionários não docentes, muitos deles com vários anos de serviço e níveis académicos elevados, mas com remuneração desajustada.
“Nós elencamos cinco pontos, no que toca ao reajuste
em que nós não fomos tidos nem achados. O estatuto remuneratório e o estatuto
da carreira não docente são documentos reitores da universidade e nunca foram
aprovados. Não podemos continuar nessa meia ilegalidade. Temos pessoas com
mestrado e doutoramento a receber como licenciados, o que não é compatível com
nenhuma universidade que prima pela excelência.” Docelho Freitas Porta Voz da comissão de Greve 
Enquanto decorrem as negociações, a comissão de greve espera bom senso por parte do governo e soluções concretas antes da data anunciada para a paralisação, marcada para o dia 26 de janeiro.
Jornalista: Ednel Abreu
Imagem: TVS
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