Américo Ramos saúda retirada da moção de censura e afirma que “o bom senso prevaleceu”
O Primeiro-ministro Américo Ramos considerou positiva a retirada da moção de censura apresentada por um grupo parlamentar da ADI contra o XIX Governo Constitucional, afirmando que a iniciativa poderia ter causado sérios prejuízos ao país a poucos meses das eleições. O chefe do Governo alertou para riscos de instabilidade política, quebra de confiança dos investidores e interrupção de projetos em curso, reiterando que o executivo continuará a trabalhar até ao final da legislatura. Questionado sobre disputas internas na ADI, afirmou estar elegível para qualquer cargo na liderança do partido enquanto militante.
Colégio Adventista leva preocupações sobre IVA e serviços básicos ao Primeiro-Ministro em visita de cortesia e cumprimentos de Ano Novo ao Executivo
O Colégio Adventista realizou uma visita de cortesia ao Primeiro-Ministro Américo Ramos para apresentar cumprimentos de início de ano e expor preocupações relacionadas à educação e ao bem-estar social. Entre os principais temas abordados estiveram o fornecimento de energia, água, saneamento e o impacto do IVA nas mensalidades escolares, que tem aumentado os encargos financeiros das famílias. O Primeiro-Ministro ouviu as preocupações e comprometeu-se a dialogar com as entidades competentes para encontrar possíveis soluções. A iniciativa reflete inquietações partilhadas por outras escolas privadas e destaca a importância do diálogo entre o Governo e as instituições de ensino.
Governo apresenta seis novos geradores para reforço do fornecimento de energia no país
O Governo apresentou esta semana seis novos grupos geradores adquiridos pela Empresa de Água e Eletricidade (EMAE), num investimento avaliado em cerca de 1 milhão e 800 mil euros. Segundo o Ministro das Infraestruturas e Recursos Naturais Nelson Rosa Cardoso, os equipamentos visam reforçar a capacidade energética nacional e reduzir o atual défice no fornecimento de eletricidade. As autoridades garantem que os geradores são novos e que o processo de instalação está em curso, enquanto o Governo afirma manter o compromisso com a transição energética e soluções sustentáveis a médio e longo prazo.
Segurança e Saúde no Trabalho: Governo Defende Prevenção e Responsabilidade Partilhada em São Tomé e Príncipe
O Ministro do Trabalho defendeu, em São Tomé e Príncipe, uma abordagem mais abrangente à segurança e saúde no trabalho, baseada na prevenção, na responsabilidade partilhada entre trabalhadores e entidades empregadoras e na revisão do quadro jurídico laboral. A intervenção ocorreu no âmbito de uma palestra dirigida a trabalhadores e sindicatos, onde se destacou a necessidade de reforçar a consciência social, prevenir acidentes de trabalho e doenças profissionais e melhorar as condições de bem-estar no ambiente laboral.
ADI Apresenta Moção de Censura ao Governo liderado por Américo Ramos
O partido ADI (Acção Democrática Independente) anunciou a apresentação de uma moção de censura contra o Governo liderado por Américo Ramos, alegando falhas na governação e agravamento da crise energética, situação crítica no hospital central e aumento do custo de vida. O dirigente do ADI, Dr. Elísio, afirmou que a decisão é resultado de deliberação formal do partido, rejeitou rumores de divisões internas e considerou a moção um sinal claro de demarcação do atual Executivo. O ADI destacou ainda que a ação não será adiada devido ao ano eleitoral e criticou a demora do Tribunal Constitucional na avaliação da constitucionalidade de atos governamentais.
Comissão dos Quadros Técnicos da EMAE rejeitam acusações do Primeiro-Ministro e denunciam gestão politizada do setor energético em STP
A Comissão dos Quadros Técnicos e Profissionais da EMAE reagiu às declarações do Primeiro-Ministro Américo Ramos sobre alegados problemas na empresa, manifestando indignação e rejeitando acusações generalizadas de excesso de trabalhadores, desvio de combustível, sabotagem e desmando. Os técnicos afirmam que a gestão da EMAE é da responsabilidade do Governo, que nomeia os seus dirigentes, e atribuem os atuais constrangimentos a sucessivas gestões politizadas e à falta de autonomia administrativa. Defendem que eventuais irregularidades devem ser apuradas por investigações formais, com responsabilização individual, e não por acusações públicas coletivas. A Comissão sublinha o esforço contínuo dos trabalhadores para garantir água e energia à população, condena agressões aos técnicos no terreno e apela ao diálogo, à responsabilidade política, ao respeito institucional e à união nacional para enfrentar a crise energética.