Polícia Nacional regista 120 casos criminais e 20 detenções na semana pós-eleições
A Polícia Nacional de São Tomé e Príncipe apresentou o balanço semanal da atividade operacional referente ao período pós-eleitoral, revelando o registo de 120 casos criminais em todo o território nacional e a detenção de 20 indivíduos relacionados com diferentes ilícitos.
De acordo com os dados divulgados pela corporação, os crimes contra a pessoa representaram a maior fatia das ocorrências, com 58 casos, seguidos pelos crimes contra o património, com 52 casos, e pelos crimes contra a ordem e tranquilidade pública, que totalizaram 10 ocorrências.
Entre os crimes contra a pessoa, destacam-se 17 casos de ofensas corporais, 16 casos de violência doméstica, 13 casos de ameaça e 10 casos de difamação.
No que diz respeito aos crimes contra o património, o maior número de ocorrências correspondeu ao abuso de confiança, com 24 casos, seguido de 17 furtos e seis casos de danos.
Já na categoria de crimes contra a ordem e tranquilidade pública, foram registados oito casos de desordem pública e dois casos de desobediência.
Relativamente à sinistralidade rodoviária, a Polícia Nacional informou que foram registados 17 acidentes de viação, distribuídos por 10 colisões, cinco atropelamentos e dois acidentes isolados. A corporação destacou que, durante o período em análise, não foi registada qualquer vítima mortal nas estradas do país.
Ao nível da distribuição geográfica da criminalidade, o distrito de Água Grande liderou o número de ocorrências, com 37 casos, seguido de Mé-Zóchi, com 27, Cantagalo, com 13, Lobata, com 11, Região Autónoma do Príncipe, com 10, Caué, com sete, Lembá, com cinco, e a Unidade da Polícia Aeroportuária, com três registos criminais.
Quanto aos acidentes de viação, Água Grande registou oito ocorrências, Mé-Zóchi quatro, Cantagalo duas, Lobata duas e Lembá uma.
No encerramento do balanço, a Polícia Nacional sublinhou que, durante a semana em análise, não foi registado qualquer caso de maior relevância suscetível de comprometer a ordem e a tranquilidade públicas, considerando que o período pós-eleitoral decorreu de forma estável do ponto de vista da segurança pública.