O Primeiro-Ministro visitou instituições de ensino superior e identificou problemas graves como falta de professores, degradação de infraestruturas e escassez de financiamento.
Durante os encontros, os docentes apresentaram reivindicações ligadas a salários, carreira e condições de trabalho. O Governo anunciou o início de negociações, envolvendo os ministérios das Finanças e da Educação.
Apesar da proximidade das eleições, o chefe do Executivo garantiu continuidade na ação governativa até ao fim da legislatura. Sobre a polémica dos geradores da EMAE, evitou comentar diretamente, defendendo que eventuais dúvidas devem ser investigadas pelas autoridades competentes.
A visita expôs desafios antigos no setor e aumentou a pressão por soluções concretas no ensino superior.