PCD critica “desfile degradante” no Parlamento e alerta para risco de instabilidade social
O Partido da Convergência Democrática (PCD) manifestou profunda inquietação face aos recentes confrontos registados na Assembleia Nacional envolvendo a bancada da Ação Democrática Independente (ADI). Em conferência de imprensa, o partido considerou os episódios “vergonhosos” e alertou para possíveis consequências na estabilidade social. O PCD saudou ainda a eleição dos novos juízes do Tribunal Constitucional, apelando à imparcialidade, e declarou solidariedade à República de Cuba. Sobre a detenção de um cidadão sueco alvo de mandado de captura internacional emitido pelas autoridades da Suécia e difundido pela Interpol que anteriormente exercia a função de conselheiro especial da Presidência da República de STP, o partido considerou adequada a decisão de exoneração tomada pela Presidência da República.
PCD condena violência no Parlamento e apela à serenidade política em São Tomé e Príncipe
O presidente do Partido da Convergência Democrática (PCD), João Bonfim, condenou publicamente os recentes episódios de violência ocorridos na Assembleia Nacional no âmbito da sessão realizada fora do edificou, (USTP) na passada segunda feira classificando-os como inaceitáveis e prejudiciais à estabilidade política e económica do país. Em conferência de imprensa, o dirigente rejeitou qualquer forma de violência na política e apelou à serenidade dos partidos, em especial do ADI, numa altura sensível que antecede as próximas eleições deste ano que já estão marcadas.
PCD critica caos parlamentar e acusa o partido ADI de agir por interesses pessoais
O Partido da Convergência Democrática (PCD) condenou esta tarde os recentes acontecimentos na Assembleia da República, classificando-os como “degradantes” e prejudiciais à imagem do país. Em conferência de imprensa, o partido acusou o ADI de criar instabilidade política por desespero eleitoral e garantiu que não apoiaria uma moção de censura apresentada a oito meses das eleições legislativas.