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Na sessão plenária de hoje, a ex-presidente da Assembleia Nacional, Celmira Sacramento, ocupou lugar na bancada do Partido Ação Democrática Independente (ADI), em vez da mesa diretora. Questionada sobre a mudança de posição, respondeu com tranquilidade.

 


"Eu, pessoalmente, vejo isso tudo de forma muito tranquila, porque eu tenho comigo uma convicção. Os justos não se justificam." Celmira Sacramento  / Deputada ADI

 



Sacramento justificou as suspensões anteriores de sessões por falta de quórum e irregularidades, incluindo denúncias não assinadas e presença de deputada não validada.

 

 

"Eu cheguei a ter 56 deputados. [...] Eu não podia continuar com os deputados denunciados na sala. [...] Então, a questão remeteu-se à primeira comissão, que é a comissão de mandatos." Celmira Sacramento  / Deputada ADI

 

 

A deputada classificou os eventos que levaram à sua destituição como um "golpe parlamentar", denunciando retirada de seguranças e chaves do gabinete.

 

"Foi um golpe parlamentar, isso nós sabemos. [...] Eu fiquei desprotegida, eu fiquei sem qualquer apoio enquanto presidente da Assembleia Nacional. [...] Nós vamos recorrer, nós vamos recorrer sim." Celmira Sacramento  / Deputada ADI

 

Celmira Sacramento, eleita com 52 votos, afirma dever cumprido e pretende continuar a contribuir para o país. O Tribunal Constitucional já declarou inconstitucional a convocatória inicial da sessão que a destituiu, mas o processo segue em análise. 


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