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Elsa Pinto diz que a decisão de se disponibilizar para disputar a Presidência da República resulta da experiência acumulada ao longo de vários anos na governação e na vida política nacional.


"O MLSTP é um partido que tem uma máquina, é um partido vocacionado para o poder. A minha vontade de candidatar não reside apenas em fazer figurino do MLSTP, é porque reside em mim uma vontade intrínseca de contribuir e melhorar o status quo." 
 Elsa Pinto 



A dirigente política recorda o percurso que já desempenhou no governo, destacando as responsabilidades assumidas em diferentes áreas do Estado.


"Como sabem, eu já fui ministra da Administração Pública, da Defesa, da Justiça e dos Negócios Estrangeiros. Tudo isto faz de mim conhecedora do meu país." 
Elsa Pinto 

 


Apesar da intenção manifestada, Elsa Pinto sublinha que ainda não é oficialmente candidata às eleições presidenciais, mas apenas pré-candidata dentro do MLSTP.

 
"Eu sou pré-candidata. Submeti um documento ao partido para ser aceite ao pleito como pré-candidata."

 Elsa Pinto 


Questionada sobre a possibilidade de avançar como candidata independente caso o partido não a escolha, a dirigente garante que respeitará a decisão interna.


"Eu não serei candidata independente. Serei candidata do MLSTP se o MLSTP assim o achar. Se não for, obedecerei às decisões do meu partido." 
Elsa Pinto 


Ainda assim, Elsa Pinto alerta para o risco de um vazio político caso o partido demore a decidir sobre a participação nas presidenciais.


"Eu temo muito que, se acontecer esse vazio, possamos pagar uma fatura muito elevada."

Elsa Pinto 


Entre as prioridades que aponta para o país, a dirigente destaca a necessidade de resolver problemas básicos que afetam a população, com especial atenção para a crise energética e as dificuldades sociais.


"A minha maior prioridade neste momento é resolver o problema energético neste país e resolver o problema das pessoas." 
Elsa Pinto 

 


Elsa Pinto defende ainda que a eleição de uma mulher para a Presidência da República poderá representar um sinal importante para São Tomé e Príncipe e para a região.


"Temos países africanos com mulheres presidentes. Portanto, porque não São Tomé e Príncipe?"

 Elsa Pinto 


Elsa Pinto  afirma que continuará a aguardar a decisão da Comissão Política do partido, sublinhando que o tempo para definir a candidatura às presidenciais é curto.

 

  Por: Ednel Abreu

Imagem: Siclay Abril

Edição: André Trindade

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