São Tomé e Príncipe recebeu 300 urnas transparentes provenientes do Gabão, para reforçar os meios materiais necessários à realização das próximas eleições.
A entrega resulta de uma iniciativa do Governo, posteriormente reforçada pela Presidência da República, num contexto em que o país se prepara para realizar três processos eleitorais em simultâneo.
“Desta vez, vamos ter duas, três eleições em simultâneo e o número de urnas que nós temos não é suficiente. No quadro das boas relações existentes com os nossos parceiros, nomeadamente com o Gabão, conseguimos adquirir urnas para suprir esse défice.” Horácio Sousa Ministro da Defesas e Ordem Interne
Segundo o ministro, o Governo recebeu exatamente a quantidade solicitada e considera o apoio uma contribuição importante para garantir as condições logísticas do processo eleitoral.
“Acabamos de receber trezentas urnas. Gostaria, em nome do Governo e da Presidência, de manifestar a nossa gratidão ao Governo gabonês por esta gentileza e por este gesto.”
Questionado sobre a origem do pedido de apoio, o governante explicou que a iniciativa envolveu tanto o Governo como a Presidência da República.
“O Governo deu início a essa operação e pediu à Presidência para reforçar. Assim, junto do homólogo, foi feito esse expediente, que efetivamente foi imediatamente disponibilizado.”
As urnas foram entregues de forma efetiva e passam a integrar o material destinado ao processo eleitoral.
Sobre a existência de outros meios necessários para a realização das eleições, o ministro afirmou que, segundo as informações de que dispõe, as principais necessidades identificadas estão a ser resolvidas, incluindo a questão financeira.
“Daquilo que me consta, eu creio que sim. O que tinha sido colocado eram as urnas e os meios financeiros, que também já se encontram com solução.”
As novas urnas são transparentes, permitindo visualizar o material colocado no seu interior, uma característica apresentada durante a entrega como um elemento adicional de transparência do processo eleitoral.
“Exatamente. Vê-se o que está a ser colocado ali.”
A chegada das 300 urnas representa, assim, mais um passo na preparação logística das eleições, num processo que envolve várias instituições nacionais e que conta também com o apoio de países parceiros.